Gerador de QR Code Pix e placa personalizada para imprimir

Gera o QR Code Pix e monta a placa com a sua logo, pronta para imprimir — de graça, sem cadastro e sem que a sua chave saia do navegador.

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Dados do Pix

Informe a chave e os dados do recebedor.

Tudo é gerado no seu navegador — sua chave e seus dados não são enviados nem armazenados em nenhum servidor.

Uma placa de Pix mal feita faz o cliente perguntar. E cliente que pergunta no balcão é fila parada.

Abaixo eu explico o que escrever, onde colar, que chave usar e o detalhe técnico que faz o nome do seu negócio aparecer cortado na tela de quem paga.

Gerador de QR Code Pix e placa grátis, personalizada com logo
Vídeo: “Gerador de QR Code PIX e Placa GRÁTIS em 2026 [Personalizada com Logo]” — 4 minutos, com a personalização em 02:26.

Como gerar seu QR Code Pix grátis

Informe a chave Pix, o nome que vai aparecer para o pagador e a cidade. O código sai na hora, no formato "copia e cola" e em QR — sem cadastro, sem custo e sem que a chave seja enviada a nenhum servidor.

O valor é opcional, e essa escolha muda o uso da placa. Com valor preenchido, o cliente vê o total na tela e só confirma; em branco, ele digita quanto vai pagar. Para balcão, em branco funciona melhor, porque a mesma placa serve para qualquer venda.

O código segue o BR Code, o padrão de QR Code para pagamentos adotado no Brasil pelo Banco Central nos termos da Circular nº 3.682. Por isso funciona em qualquer banco ou carteira digital: não é um formato nosso, é o formato de todo mundo.

Como montar a placa de Pix com a sua logo

Depois de gerar o código, a etapa 2 monta a placa: você sobe a sua logo, escolhe o texto e baixa a imagem pronta. É o que transforma um QR Code solto num cartaz que o cliente reconhece antes de perguntar qualquer coisa.

A logo faz mais diferença do que parece. Uma placa genérica com um quadrado preto no meio parece adesivo colado por qualquer um; uma placa com a sua marca parece parte do balcão. E parecer parte do balcão é o que faz o cliente escanear sem hesitar — que é, no fim, a única coisa que a placa precisa conseguir.

Mas antes de imprimir qualquer coisa, tem um ajuste no seu celular que importa mais que o desenho da placa. Está na seção o golpe que mais pega quem recebe por Pix — e é o primeiro conselho que eu dou para quem vai colocar uma plaquinha no balcão.

O que o cliente vê quando escaneia a sua placa

Ele vê o nome do recebedor e a cidade — e os dois têm limite de tamanho definido pelo Banco Central, não pela ferramenta. Nome tem 25 caracteres; cidade, 15.

Isso está na tabela de estrutura do BR Code, campos 59 Merchant Name e 60 Merchant City. Na prática: se o seu negócio se chama "Panificadora e Confeitaria Santo Antônio", o cliente vai ver o nome cortado na tela do banco dele. Vale escolher a versão curta do nome antes de imprimir, não depois de colar a placa na parede.

CampoO que éLimiteObrigatório
Nome do recebedoro que aparece na tela de quem paga25 caracteressim
Cidadecidade do recebedor15 caracteressim
Valorvalor fixo da cobrançanão
Identificadorreferência para você conciliar depois25 caracteressim

Fonte: Manual do BR Code, versão 2.0.1, Banco Central do Brasil.

Um detalhe que gera dúvida: o nome que aparece não é necessariamente o que você digitou aqui. Alguns bancos mostram o nome registrado na chave Pix, não o do QR Code. Se você gerar a placa e o nome na tela do cliente vier diferente, é isso — e quem resolve é o seu banco, mudando o nome da conta.

Como imprimir a plaquinha: tamanho, papel e onde colar

Imprima em papel comum para testar e em papel mais grosso ou adesivo para o que vai ficar exposto. O QR precisa de contraste: preto sobre branco lê em qualquer celular, e fundo colorido atrás do código é o erro mais comum.

Tamanho vai por distância. Quanto mais longe o cliente escaneia, maior o código precisa ser. Plaquinha de balcão, a um braço de distância, funciona com o QR ocupando uns 5 centímetros. Cartaz de vitrine, para quem está do lado de fora do vidro, pede bem mais — e aí vale imprimir e testar com o seu próprio celular antes de mandar fazer em quantidade.

Onde colar importa tanto quanto o tamanho. O cliente precisa apontar o celular sem se contorcer: perto de onde ele paga, na altura do olhar, e não atrás do balcão onde só você alcança. Placa no chão, atrás de vidro com reflexo, ou em lugar com contraluz são os três casos em que o celular não lê.

Diagrama de um balcão visto de frente com três posições para a placa: 1, na altura do olhar ao lado da maquininha, certa; 2, na prateleira atrás do balcão, errada; 3, no chão, errada.
Onde colar: na altura do olhar, ao lado de onde o cliente paga (1). Atrás do balcão (2) e no chão (3) o celular não alcança ou não lê.

Qual chave Pix usar — e como não expor o seu CPF

Qualquer chave funciona: CPF, CNPJ, e-mail, celular ou aleatória. A diferença não é técnica, é o que você mostra para quem paga — e para quem só passa na frente da placa.

Placa exposta com CPF é CPF exposto. Para balcão, a chave aleatória costuma ser a escolha mais tranquila: não revela nada sobre você, e se um dia você quiser trocar, troca a chave e gera a placa de novo sem mexer em mais nada.

Se você tem CNPJ, usar o CNPJ tem uma vantagem à parte: o nome que aparece é o da empresa, não o seu nome de pessoa física. Para quem vende no balcão, isso sozinho já reduz pergunta — e passa a impressão certa, que é a de negócio, não a de transferência entre conhecidos.

Como enviar o QR Code pelo WhatsApp

Baixe a imagem do QR e mande como foto, ou copie o código "copia e cola" e mande como texto. O texto funciona melhor: o cliente cola direto no aplicativo do banco dele, sem precisar sair da conversa para escanear a própria tela.

Isso resolve o caso de quem vende por delivery ou por encomenda, onde não existe balcão. Uma observação prática: se o cliente estiver no mesmo celular, ele não consegue escanear o QR que está na tela dele — por isso o "copia e cola" é o formato certo para venda a distância.

O QR Code Pix expira? Dá para usar mais de uma vez?

Não expira, e pode ser usado quantas vezes você quiser. É definição do padrão: o Banco Central reserva um campo específico para marcar código de uso único, e o manual é explícito"se o valor 12 estiver presente, significa que o BR Code só pode ser utilizado uma vez".

O QR desta ferramenta não leva esse valor. Você imprime uma vez e recebe quantas vezes precisar, sem prazo. O código de uso único é o dinâmico, gerado pelo banco ou pela maquininha a cada cobrança, com valor e identificação próprios.

Quando o QR não lê no celular do cliente

Quase sempre é uma de quatro coisas: contraste baixo, tamanho pequeno demais para a distância, reflexo no plástico ou na vitrine, ou o código danificado — riscado, dobrado ou com adesivo por cima.

Antes de culpar o código, teste com o seu próprio celular na posição em que o cliente fica. Se ler de perto e não ler de onde ele está, é tamanho. Se não ler nunca, regere o QR e confira se a chave foi digitada corretamente: um caractere errado na chave produz um código válido graficamente que aponta para lugar nenhum.

O golpe que mais pega quem recebe por Pix

Não é o QR Code clonado nem a chave errada. É o cliente que mostra a tela do celular, diz que pagou, leva a mercadoria — e o dinheiro nunca entrou.

Esse é o problema número um de quem vende com plaquinha, e ele não depende de tecnologia nenhuma: depende de você conferir. O comprovante na tela do cliente não prova nada. Existe aplicativo que gera comprovante falso idêntico ao do banco, e no aperto do balcão, com fila esperando, ninguém para para ler o nome e o valor com atenção.

A defesa que eu sempre recomendo é a mais simples: ligue o som.

Ative a notificação sonora de recebimento no aplicativo do seu banco. Toda vez que entrar um Pix, o seu celular toca e mostra o valor na tela — e aí você não depende do que o cliente mostra, você depende do que o seu banco confirma. Não tocou, não entrou. Simples assim.

Fica ligado nisso principalmente em horário de pico, que é justamente quando o golpe funciona: o movimento acelera, você confia no print, e só no fim do dia, fechando o caixa, percebe que faltou.

Detalhe importante: o som tem que ser o do seu banco, não o de outro aplicativo. Já existe gente que toca um áudio gravado de "Pix recebido" no próprio celular para enganar quem está do outro lado do balcão. Se a notificação não apareceu na sua tela, com o valor, não houve pagamento.

E se ficar qualquer dúvida no meio do atendimento, não tem vergonha nenhuma em abrir o aplicativo e conferir o extrato antes de entregar. Cliente honesto espera dez segundos sem reclamar. Quem reclama de esperar dez segundos está te dizendo alguma coisa.

Veja como identificar um comprovante de Pix falso — é a outra metade desse cuidado.

O segundo golpe, menos comum, é o do adesivo. Placa exposta em local público já foi alvo de QR sobreposto: alguém cola um código próprio por cima do seu, e o dinheiro do seu cliente vai para outra conta. A defesa também custa nada — escaneie a sua própria placa de vez em quando e confira se o nome que aparece continua sendo o seu. Placa plastificada ou em acrílico dificulta a sobreposição; papel colado na parede é o mais fácil de adulterar.

Com valor fixo ou em aberto: qual usar

Valor em aberto serve para o balcão, onde cada venda tem um preço. Valor fixo serve para preço único — entrada de evento, um produto só, mensalidade.

O campo de valor é opcional no padrão do Banco Central, então as duas formas são igualmente válidas. A diferença prática é de erro: com valor fixo, o cliente não digita e não erra; com valor em aberto, ele digita e pode errar para menos. Se você vende sempre o mesmo item, valor fixo evita conferência.

Quando a plaquinha não basta

A partir de um certo volume, o problema deixa de ser receber e passa a ser saber quem pagou. Com QR estático, todos os pagamentos caem iguais na conta e a conciliação é no olho.

É aí que a maquininha resolve, porque cada cobrança sai identificada — e várias não cobram nada no Pix. Veja quanto cada uma cobra por venda antes de escolher, porque a diferença entre a mais cara e a mais barata pesa mais no fim do mês do que qualquer economia de aparelho.

Perguntas frequentes

Preciso pagar alguma coisa para usar?

Não. O gerador é gratuito e não pede cadastro. Não há versão paga, limite de uso nem marca d’água na placa.

Minha chave Pix fica salva em algum lugar?

Não. Todo o código é montado dentro do seu navegador — a chave e os seus dados não são enviados nem armazenados em servidor nenhum. Desconfie de gerador que peça cadastro ou, pior, a senha do banco: nenhum QR Code estático precisa disso.

Funciona para qualquer banco?

Sim. O BR Code é o mesmo padrão para todas as instituições, então o QR gerado aqui é lido por qualquer aplicativo de banco ou carteira digital.

Dá para usar com CPF ou preciso de CNPJ?

Dá para usar com CPF. Mas para placa exposta, vale ler a seção sobre qual chave usar — CPF numa placa pública fica visível para quem escaneia.

Posso usar a mesma placa em dois pontos de venda?

Pode. O QR estático não tem limite de uso nem de local. A única desvantagem é que você não vai conseguir saber por qual ponto entrou cada pagamento.

O QR Code funciona sem internet?

A placa impressa não precisa de internet — mas o celular do cliente precisa, para o aplicativo do banco processar o pagamento.

O cliente diz que pagou e não caiu na minha conta. E agora?

Confira o extrato do seu banco antes de qualquer coisa: o comprovante na tela dele não é prova. Se não entrou, pode ser comprovante falso, pagamento agendado em vez de imediato, ou QR trocado por adesivo. Ligar a notificação sonora de recebimento resolve os três, porque você passa a confirmar pelo seu banco e não pelo celular do cliente.

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